domingo, setembro 11, 2016

Já sabemos driblar, pessoal!


Eis a grande novidade do jogo: voltámos a ser hábeis na arte de bem tabelar (foi assim que Marcano marcou e foi assim que nos livrámos de um problema contra uma equipa que promete surpreender). E a grande conclusão: somos uma equipa com o Óliver e outra sem ele. Não há dramas, mas convém percebe isto.

NES esteve muito bem ao jogar (já) em dois campos. Sem comprometer a qualidade do jogo e o objectivo, preparou várias variações tácticas (finalmente, a nossa equipa volta a fazer isto!...) para a necessidade de utilizar Depoitre, na quarta-feira, contra os "pinheiros" dinamarqueses. Na estreia como titular o que dizer? Bem, que se revelou muito mais útil do que o Adrián, o que já não é pouco.

Este fim-de-semana, infelizmente, as mãos na bola foram sempre falta - 19’ (golo anulado a André Silva) -  e cinco minutos depois, Layún, acertou com estrondo na barra. Ficam só estas duas notas para explicar ao treinador do Guimarães que o resultado é capaz de pecar por escasso. Enfim, bons sinais a poucos dias de receber o Copenhaga, o que também interessa muito. O Hooligan ficou satisfeito.

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