segunda-feira, outubro 03, 2016

As seis melhorias no jogo do Porto



Passámos com distinção o exame da Madeira, mas antes de fazermos mais asneiras interessa perceber como em seis pontos:

1- O NES fugiu à lógica das decisões mais frequentes e decidiu-se por Diogo Jota no 11 inicial, insistindo no novo esquema e sistema de jogo (apesar de dizer que não...);

2- Deixamo-nos de circulação de bola "tranquila" e enfadonha à frente dos adversários e passámos a lançamentos constantes para as costas da defesa aproveitando a enorme mobilidade de André e Jota;

3- O Jota pela vontade, velocidade e qualidade  - que nem Depoitre, e muito menos, Adrián têm - surgiu em grande estilo e assinou um hat-trick que nos devolve (quase) toda a esperança.

4- Com uma frente de ataque móvel e rápida entre as linhas adversárias e não atrás das linhas adversárias, tivemos um trio de médios - Herrera, Óliver Torres e Otávio - com liberdade total para construir e armar o jogo do Porto.

5- Todos os sectores ajudaram na vertical, por isso, os quatro golos do FC Porto tiveram assistências de todos eles. Por exemplo, no hat-trick do Jota, Herrera serviu o primeiro, André Silva o segundo e Layun o terceiro.

6- Com este jogo mais vertical e rápido, ganhou também, e especialmente, Danilo, mais imperial e decidido no corte e num melhor primeiro passe.

É só não estragar, sff!

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