terça-feira, outubro 18, 2016

Eles sem meia equipa, nós de volta com o presidente "aventureiro"



Com cinco pontos de atraso para o Leicester e três para o Copenhaga, equipas que à mesma hora estarão frente a frente em Inglaterra, já estamos na Bélgica prontos a jogar com... a máquina de calcular na mão. Sem os três pontos o cenário de “despromoção” para a Liga Europa é o mais realista, mas não só estamos na máxima força, como o nosso presidente mostra-se também em grande forma.

Depois de ter rescindido com Antero Henrique, percebeu que a Fernandinha nunca deu sorte e já a despachou. O teste terá sido no anterior jogo na Madeira onde a Fernandinha não foi e nós ganhámos tranquilamente. Hoje, imagino uma goleada e não é só pela ausência da Fernandinha que tanto azar nos deu, mas porque o campeão belga depara-se com inúmeros problemas e terá que nos defrontar sem uma mão cheia de habituais titulares. Num modesto sétimo lugar no campeonato belga (quatro derrotas em dez jornadas) e ainda sem qualquer ponto somado na Liga dos Campeões (zero golos marcados e sete sofridos), o Club Brugge está enfraquecido, muito longe daquele que dominou a Jupiler Pro League na época passada — campeão com sete pontos de vantagem sobre o Anderlecht — apesar de manter praticamente intacta a equipa-tipo de 2015-16 ( apenas o defesa direito Thomas Meunier foi vendido ao PSG por sete milhões de euros).

Para além de ter perdido Meunier, Preud’homme não poderá contar com os defesas centrais Björn Engels e Brandon Michele e com o lateral esquerdo Laurens De Bock. No ataque, Diaby e Vormer, estão ambos em dúvida, mas a ausência certa do israelita Lior Refaelov e do colombiano José Izquierdo, os dois rápidos e talentosos extremos, deverá dar (tem de) uma noite tranquila ao Casillas. Menos de 5 ou 6 é derrota. Abram alas!

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