quarta-feira, outubro 19, 2016

Nada mau para o primeiro jogo pós-divórcio



O jogo era “decisivo”, “sem margem de erro” e tal, mas durante mais de uma hora, perante um debilitado Brugge, não nos coube um feijão no cú. Este Porto é mesmo uma equipa bipolar capaz do melhor e do pior em menos de um ápice de luz. Incrível o que sofremos num grupo de viagens low cost, enfim...

O Preud’homme (que saiu muito chateado mas que já devia de estar habituado a perder contra o Porto) juntou bem os cacos de um plantel e com uma formação em 5x4x1 quase nos baralhava. As entrada de Brahimi e Corona (mais deste) revolucionaram o jogo ao abrir a equipa do Brugge, mas pareceram-me muito tardias, cuidado com isso, Nuninho...

Seja como for, lá chegámos aos 4 pontos do Copenhava e aos 17 milhões e tal com um grande golo do Layun que, na minha opinião, só por isso era quem devia ter ganho o Nobel da Literatura, e com um pénalti como deve ser, convertido pelo nosso André-60-milhões-Silva.

Nada mau para o primeiro jogo pós-divórcio. Devemos ter em mente que a equipa percebeu que em breve vamos ter de ler todos um livro, ver um filme e assistir de bancada a um processo judicial. Mas o nosso presidente "aventureiro" está livre, bem disposto e disponível e isso é o que mais importa. Kisses!

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