segunda-feira, março 20, 2017

A euforia precoce paga-se muito caro (assim como a inocência...)


A euforia precoce paga-se muito caro e devíamos ter estado preparados para tudo, para o antijogo e para a continuação da não marcação de grandes penalidades a nosso favor (ontem foram só três). Mas esta equipa técnica, tal como a equipa de futebol, tem muitas falhas, muitas e, claro, não estava.

Couceiro é um vaidosão (ou será vaidoCÃO?) que só se interessa por jogos com os "grandes", tendo vindo ao Dragão fazer o seu número habitual de antijogo sem que alguém ousasse apontar-lhe o dedo (algum dos três substituídos não simulou lesão antes de sair? quantos minutos os médicos do Setúbal estiveram am campo?). E não devíamos ter antecipado que o guarda-redes Bruno Varela, emprestado pelo Benfica, iria queixar-se desde o primeiro minuto, ora da mão, ora do pé, ora da era perna, ora do dedo mindinho? Um capitão de equipa tem de estar sempre perto do árbitro para o obrigar a fazer cumprir a lei e para este o sentir bem junto à... carótida. Ter um defesa central como capitão, lá atrás, que não se chame Jorge Costa, enfim...

Com método trapalhão, a equipa foi esforçada e Óliver marcou enquanto pôde o jogo do Porto, criando oportunidades suficientes para o decidir (outra lição ao NES - não se prescinde deste jogador, nem contra os colossos europeus). Só que se exigia eficácia aos avançados. Ontem, esta não existiu. Mas, pronto. A verdade é que nada mudou. Não aproveitámos a dádiva da jornada, mas está tudo como na anterior, tudo igual: temos de ir à Luz ganhar e seguir assim mais sete jornadas. 

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